O dólar comercial encerrou a quinta-feira (5) em alta, cotado a R$ 5,488, em um dia marcado pela aversão ao risco nos mercados internacionais. A pressão veio principalmente de Wall Street, onde ações ligadas à inteligência artificial sofreram perdas significativas.
No Brasil, o principal índice da bolsa, o Ibovespa, recuou 0,82%, fechando em 166.191,45 pontos. O movimento foi influenciado pela manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano e discussões sobre a política econômica do governo Lula.
O aumento da valorização do dólar e a queda da bolsa refletem um cenário de incertezas que pode impactar negativamente empresários e trabalhadores locais, especialmente em setores dependentes de importações e investimentos.
Além disso, a produção industrial brasileira registrou uma retração de 0,8% em setembro em comparação a agosto, e de 2,5% na comparação anual, o que pode sinalizar desafios adicionais para a economia local.
Os índices acionários dos Estados Unidos também fecharam com perdas expressivas, especialmente em tecnologia e inteligência artificial, após uma breve recuperação nas sessões anteriores. O volume financeiro no Brasil atingiu R$ 31,16 bilhões durante o pregão.
