quarta-feira, 02 de setembro de 2026
Postado emTocantins

TJTO realiza visitas em Dianópolis e Almas para resolver conflitos fundiários

TJTO realiza visitas em Dianópolis e Almas para resolver conflitos fundiários
TJTO realiza visitas em Dianópolis e Almas para resolver conflitos fundiários
Publicidade

A Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Tribunal de Justiça do Tocantins (CRSF/TJTO) visitou os municípios de Dianópolis e Almas nos dias 26 e 27 de agosto, com o objetivo de buscar soluções consensuais para conflitos fundiários. As visitas técnicas beneficiaram 16 famílias, totalizando 79 pessoas, e incluíram inspeções nas áreas, cadastramento dos ocupantes e audiências de mediação.

No dia 26, a equipe esteve na Fazenda Jenipapeiro, em Dianópolis, onde residem 11 famílias, totalizando 39 pessoas. No dia seguinte, a Comissão visitou a Fazenda Paraná, em Almas, que abriga cinco famílias, somando 40 pessoas.

As visitas contaram com a presença do juiz Frederico Paiva Bandeira de Souza, do secretário Edegar Arthur Hagestedt Filho, da defensora pública Patrícia Araújo de Brito e do promotor de Justiça Eduardo Guimarães Ferro, além de advogados das partes. Representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social de Dianópolis e da equipe jurídica de Almas também participaram das atividades.

Durante as diligências, a equipe conheceu as características das áreas em conflito, as condições de moradia e a realidade social das famílias, identificando situações de vulnerabilidade, como a presença de idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde.

A Comissão realizou audiências de mediação em ambos os municípios, promovendo a escuta dos envolvidos, a apresentação de demandas e a busca por pontos de convergência para possíveis acordos. O trabalho incluiu o cadastramento das famílias e ocupantes, coordenado pelo Grupo Gestor de Equipe Multidisciplinar (GGEM) do TJTO, com apoio de assistentes sociais e psicólogos.

A escuta qualificada permitiu identificar aspectos sociais e individuais que exigem atenção da rede pública. As informações coletadas servirão para as audiências de mediação e para a atuação da Comissão, que continuará a acompanhar os conflitos e dialogar com as partes envolvidas, visando soluções que considerem as particularidades de cada caso.

📬 Receba as notícias de MT no seu e-mail

Cadastre-se gratuitamente e receba os destaques da semana


    Compartilhar: WhatsApp Facebook X LinkedIn
    📬
    Fique por dentro de Tocantins Receba as principais notícias no seu e-mail, gratuitamente.


      ← Anterior Governo prevê R$ 6 bilhões para os Correios no orçamento de 2027 Próxima → Sete homens são condenados por homicídio em presídio de Palmas